segunda-feira, 26 de outubro de 2020
sábado, 24 de outubro de 2020
Dica de série: Friends
Olá, pessoal! Hoje irei recomendar uma série clássica, muito gostosinha de se assistir: Friends!
Assisti Friends em junho desse ano, até o início de setembro. Admito que antes eu tinha um certo preconceito com a série, porque todos falam tanto dela que eu ficava com o pé atrás. No entanto, quando resolvi dar uma chance, fui positivamente surpreendida! Eu amo Friends, mas devo admitir que a série é um tanto superestimada, pois há tantas outras produções incríveis que não recebem o mesmo reconhecimento... de qualquer forma, a série é ótima, e é dela que irei falar hoje!
Friends possui 10 temporadas, e isso pode intimidar um pouco, mas não se preocupe quanto a isso! Cada episódio dura um pouco mais do que 20 minutos, e eles são tão divertidos e dinâmicos que você nem sente o tempo passar, terminando a temporada (e toda a série) em um piscar de olhos.
A série conta a história de seis amigos em Nova Iorque: Monica (Courteney Cox), Chandler (Matthew Perry), Phoebe(Lisa Kudrow), Rachel (Jennifer Aniston), Joey (Matt LeBlanc) e Ross (David Schwimmer). Os seis vivenciam juntos a vida adulta, e encorajam uns aos outros, mostrando a importância da amizade. Friends é uma série que com certeza irá lhe arrancar risadas, deixará um quentinho no seu coração, fará você se identificar com os personagens, e, quem sabe, lhe arrancará algumas lágrimas. Creio que Friends tenha esse poder de fazer com que a gente se sinta melhor porque é o cotidiano que vemos em tela, mostrado de forma única, leve e divertida.
Há algo que eu gostaria deixar bem esclarecido aqui: Friends é uma série dos anos 90. Isso significa que as coisas mudaram de lá pra cá, a sociedade evoluiu. No entanto, o que vemos em tela, com Friends, é um retrato e reflexo do pensamento da sociedade da época. Coisas que antigamente eram consideradas legais e "engraçadas", hoje sabemos que são erradas e desrespeitosas. Mas essa é a questão: Friends não é uma série dos dias atuais, embora seja atemporal. Digo isso porque a série carrega algumas problemáticas, como: falta de representatividade no elenco (6 protagonistas, todos brancos e héteros, sendo que às vezes nenhum negro aparece nos episódios), piadas machistas, homofóbicas e gordofóbicas, entre outras coisinhas. Não estou dizendo para passarmos pano nessas horas, claro que não, o que quero dizer é que, ao assistir uma série dos anos 90, temos que levar em conta esse fator. Fazer críticas, sim, mas pensando que as coisas seguem mudando, o pensamento da época não é o mesmo do de hoje em dia (e que bom!).
Tendo isso em mente, creio que dê para aproveitar melhor a produção. Friends é uma série ótima, engraçada e inteligente, que creio que todos deveriam assistir. Admito que fiquei triste e chorei um pouco quando finalizei o último episódio, foi emocionante (afinal, 10 anos no ar). Inclusive, a série completou 25 anos em 2019, e a Warner disponibilizou um app comemorativo da série, com quizzes, papéis de parede, entre outras coisas bem legais! Para baixar o aplicativo em seu celular, basta clicar no link e instalar: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.wb.goog.friends25&hl=pt_BR
Recomendo muito Friends, e, antes de finalizar esse post, digo: ROSS TRAIU A RACHEL, SIM! E, mesmo que não tivesse traído, o que ele fez foi ridículo e ele teve 0 consideração por ela. É isto rsrsrsrs
Ah, quase ia me esquecendo! Qual é o seu "friend" favorito? O meu é a Monica Geller, super me identifico com ela! Gostou do post? Me conta nos comentários! Beijos e até a próxima :)
sexta-feira, 23 de outubro de 2020
Cara nova!
Oi, pessoal! Escrevo esse post super feliz, por anunciar que O BLOG ESTÁ DE CARA NOVAA!! Uhuuu!
Eu vivia procurando templates que se encaixassem ao perfil do blog e ao meu, mas a maioria que eu encontrava eram minimalistas demaiss (e digamos que eu não seja a maior fã do minimalismo). Claro, eu encontrava templates que me agradavam, mas eles sempre apresentavam alguns problemas e eram difíceis de editar. Até que, por acaso, encontrei este template, e, ao aplicá-lo, deu super certo!
Algo no template anterior me incomodava, achava simples demais. Agora, posso dizer que o blog está do meu gosto, e está lindo, lindo, lindo!
É apenas isso, um post bem simples e rápido para anunciar essa nova era :)
Espero que tenham gostado tanto quanto eu! <3
Maria Rita
domingo, 4 de outubro de 2020
Dica de série: "Emily em Paris"
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| EMILY EM PARIS Ano: 2020-... Temporadas: 1 Classificação indicativa: 14 anos Criador: Darren Star Elenco principal: Lilly Collins, Lucas Bravo, Ashley Park, Camille Razat, Philippine Leroy-Beaulieu, William Abadie, Bruno Gouery e Samuel Arnold Onde assistir: Netflix 🍿 Nota: 4,8/5⭐ |
"Emily em Paris" estreou na Netflix em 02 de outubro desse ano, e eu já assisti a série todinha. Do mesmo criador de Sex and the City (Darren Star), a série é super curtinha e tem apenas uma temporada (até agora), com 10 episódios com duração média de 30 minutos. Ou seja, perfeita para maratonar, ainda mais em tempos de pandemia!
"Emily em Paris" acompanha Emily Cooper (Lilly Collins) na Cidade Luz, após ter sido enviada à cidade para trabalhar em uma empresa de marketing e levar a "visão americana (estadunidense)" à companhia. Em Paris, ela precisa se adaptar a sua nova vida, a um idioma que não domina, e aos costumes das pessoas ao redor. Assim, ela decide transformar seu perfil pessoal em uma espécie de blog, onde ela registra suas aventuras e descobertas na cidade. É uma comédia romântica leve, agradável e que faz com que a gente mate um pouco a saudade de viajar (mesmo que através de uma tela)!

O cenário parisiense é deslumbrante e encantador, e vamos descobrindo mais sobre a cidade junto de Emily. As situações inusitadas nos arrancam sorrisos, e, quando percebemos, já assistimos todos os 10 episódios! "Emily em Paris" era a série que precisávamos para descontrair nesses tempos sombrios. A comédia romântica me lembrou, em alguns momentos, de "O diabo veste Prada", especialmente pelos looks dos personagens e pela chefe ma-ra-vi-lho-sa de Emily rsrsrsrs
Nos primeiros episódios, o choque de cultura é bastante evidenciado, mas o povo francês é bastante estereotipado durante a produção, e acredito que esse seja o único ponto negativo da série. No entanto, no decorrer da temporada, esses estereótipos são deixados um pouco de lado, e são nos primeiros episódios que eles incomodam mais e se mostram mais presentes.

Vale super a pena assistir "Emily em Paris", especialmente para quem procura uma série rápida, divertida e que com certeza irá arrancar suspiros do telespectador (especialmente pelas paisagens de tirar o fôlego)!

terça-feira, 8 de setembro de 2020
O poder da leitura na sociedade
quarta-feira, 2 de setembro de 2020
Resenha: "Ponte para Terabítia"
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| PONTE PARA TERABÍTIA Autora: Katherine Paterson Número de páginas: 160 Editora: Salamandra Nota: 3/5 ⭐ |
Oi, pessoal! Li "Ponte para Terabítia" no final de junho, e estou fazendo a resenha agora :)
Este é um livro bem famoso, ganhador de inúmeros prêmios, e que deu origem ao filme de 2007. Creio que a minha opinião a respeito dele seja incomum, então acompanhe a resenha para saber mais 😉
"Ponte para Terabítia" conta a história de Jesse Aarons, um menino de 10 anos que tem como objetivo ser o melhor corredor do colégio. Ele e sua família não possuem uma boa relação, sendo que seu pai não lhe dá muita atenção quando chega do trabalho, à noite, o que torna o menino um pouco solitário. No entanto, tudo muda quando Leslie Burke se muda para casa ao lado, e vence a todos em uma corrida. Logo eles desenvolvem uma amizade e se tornam inseparáveis. Assim, eles decidem criar "Terabítia", um mundo mágico onde criaturas fantásticas e sonhos são reais, usando o poder da imaginação.

É um bom livro, mas esperava mais. Talvez porque eu praticamente só encontrei boas críticas na internet, e porque ele é tão aclamado. A solidão de Jesse em sua casa é tocante, e creio que esse seja um ponto bastante interessante no livro, sua amizade com Leslie é bem bonita e o livro levanta algumas questões interessantes. Porém, ao ler a obra, eu fiquei com a impressão de que os fatos ocorreram de forma muito corriqueira. Além disso, um fato muito importante e triste desse livro (que eu já sabia que ia ocorrer, mesmo não tendo assistido ao filme ou lido spoilers a respeito disso, já que era meio... previsível) foi bem desnecessário, em minha opinião. Se você já leu, creio que saiba do que estou falando (e, caso você leia um dia, entenderá).
É um livro emocionante, em certos aspectos. Porém, não chorei, como quase todo mundo que o leu (e olha que eu sou meio chorona kkkk). O final é lindo, e deu aquele quentinho no coração. Uma leitura ótima e curta. Esperava mais, como já disse, mas creio que isso varie de leitor para leitor 🙃❤
CITAÇÕES FAVORITAS
sábado, 29 de agosto de 2020
Resenha: "Coração de vidro"
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| CORAÇÃO DE VIDRO Autor: José Mauro de Vasconcelos Editora: Melhoramentos Número de páginas: 72 Nota: 5/5 ⭐ |
Olá, pessoal! Li "Coração de vidro" em janeiro, mas estou fazendo a resenha apenas hoje.
José Mauro de Vasconcelos, mesmo escritor de "O meu pé de Laranja Lima", nos presenteia com quatro histórias delicadas, cheias de reflexões sobre como o ser humano é cruel com a natureza. As histórias se entrelaçam ao terem em comum uma mesma fazenda, em diferentes momentos e contextos. Com narração em primeira pessoa, podemos acompanhar a trajetória do Pássaro Azulão, do Peixinho Vermelho, do Cavalinho de Ouro e da Mangueira Moça.
HISTÓRIA NÚMERO UM- A MISSA DO SOL
Em "A missa do Sol", conhecemos a história de um passarinho azul, que vivia feliz na companhia de outros pássaros na fazenda, sempre a cantarolar. No entanto, enquanto voava por fora dos limites da "floresta", um grupo de homens o capturou e ele viu sua liberdade se esvair. Dessa forma, acompanhamos a tristeza do fim dos dias do passarinho, preso em sua gaiola. É um conto bastante triste, e nos leva a refletir sobre como o ser humano é egoísta para com os animais.











